quarta-feira, 8 de junho de 2016

Um frio qualquer de junho

Nesse instante eu gostaria de estar ao pé do seu ouvido falando coisas que só dizem respeito a nós dois e a mais ninguém. Do nosso mundo, do “Sacro por ser nosso”, de coisas que só você vai rir e/ou entender. Rir com esses dentes e esses olhos que me põem em devaneios constantes. Gostaria de estar agarradinho a você sem falar nada, só sentindo seu corpo, com você puxando, com suas pernas, as minhas, puxando, com suas mãos, os meus braços e com voz de preguiça me dizendo “me abraça, tô com frio” e eu, sem poder, e muito menos querer negar, me entrego e mergulho em seu corpo, para me perder em meio a seus seios, me embrenhar em seus cabelos, e caminhar sobre suas ideias, seus anseios dos quais muitos já sei pois em quase nada destoamos.
Queria, nesse instante, o som do seu sorriso, o seu olhar despretensioso, os seus trejeitos, o modo como mexe em seus cabelos... Queria tudo isso, mas queria só pra mim, sim, só pra mim. No que dependesse do meu gosto ficaria dias na cama contigo, com minhas mãos percorrendo seu corpo, sentido por completo cada arrepio, cada respirar,cada sensação que por ventura passassem por ele e após cada mexer-se seu na cama acabar por velar seu sono lhe beijando a nuca.

Um comentário:

  1. 😍 Queria tbm... esse frio e solidão de Londrina não tá bem...

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